Faça a gestão de talentos na sua empresa

Empresas que captam, selecionam e conseguem reter pessoas talentosas dentro de suas equipes são muito mais rentáveis, pois conseguem apresentar resultados consistentes, desenvolvendo e aperfeiçoando seu plano de negócio com maior facilidade.

O discurso soa bonito, e é! Então, dia desses um profissional me perguntou: “E como colocar isso em prática, dentro de equipes tão heterogêneas? ”. Existem meios de chegar a bons resultados. Três sãos os pontos de partida que posso listar.

Primeiro – saiba que talento gosta de trabalhar com talento. Profissionais que pensam pequeno, que não ousam e que não saem da caixa, atrapalham as pessoas talentosas e espantam os bons profissionais de dentro das equipes.

Segundo, após ter colocado o seu talento junto de profissionais com o mesmo perfil, dê combustível para que ele possa se manter ativo. O principal motivador de uma pessoa talentosa são os desafios. Quanto mais o desafiar, mais ele estará apto a transgredir barreiras.

Aliado a isso, o terceiro ponto é deixar que o profissional talentoso assuma riscos. Ele mesmo dará essa dose para si mesmo. Tenho um exemplo emblemático sobre essa característica.

Alguns anos atrás eu trabalhava em uma companhia no Rio de Janeiro na posição de gerência. Um novo profissional, formado em Harvard assumiu a posição de Diretor. Um sujeito muito talentoso. Acabei ficando muito próximo dele em pouco tempo.

Após 60 dias no cargo, ele me chamou em sua sala e disse: “por favor Bernt, leia esse material e me dê sua avaliação”. Li, avalie e respondi a ele: “Se você apresentar esse documento a presidência, você será demitido”. Ele retrucou me dizendo, que ele não queria saber da consequência, gostaria de saber se o estudo estava bom.

Dito e feito. Ele apresentou e foi logo desligado. O estudo que havia apresentado, provava que o seu próprio setor tinha muitos gargalos e que sua própria função era desnecessária naquele formato e que uma reestruturação poderia fazer com que o setor pudesse ser mais produtivo e menos oneroso.

Contudo, sua atitude ousada, rendeu a ele a indicação de um cargo ainda maior em uma outra empresa do grupo. E eu, fiquei ainda algum tempo como gerente.

Então, ao identificar em sua equipe pessoas talentosas, use e abuse desses artifícios. Os talentos estão sempre dispostos a contribuir. Agora, se você leitor, quer saber qual é o seu grau de talento para algo, busque auxilio de profissionais da área de recursos humanos. Assessorias de Assessment, por exemplo, podem ser uma boa alternativa para que você possa receber uma boa orientação.
Fonte: De Bernt

A arte de persuadir

Se você parar para pensar, todos os dias, a todo momento, nós estamos negociando algo com alguém. Não precisa ser vendedor para chegar a essa conclusão, visto que, os relacionamentos humanos exigem trocas e negociações, seja na vida pessoal, familiar, em comunidade e nas empresas.

Quando analisamos pelo prisma do trabalho, percebemos nitidamente que as pessoas que têm o ‘poder da persuasão’, bem desenvolvido, conseguem melhores resultados em suas atividades e projetos. Isto porque a persuasão tem um elemento bastante emblemático, que inclusive a difere da ‘manipulação’.

Um indivíduo que pratica a persuasão consegue agregar, trazer pares e seguidores para sua ideia de maneira espontânea, mostrando os ganhos que todos terão com aquela atitude ou projeto. A pessoa impactada tende a ajudá-la de maneira verdadeira, pois acredita em quem a persuadiu.

A boa notícia é que é possível desenvolver nosso poder de persuasão com técnicas simples e valiosas. Por isso, deixo algumas dicas que poderão lhe ajudar na gestão de talentos dentro de sua empresa, poderá contribuir com o indivíduo que busca oportunidades no mercado e/ou contribuirá para que você seja um profissional realizado e satisfeito com aquilo que se propõe a fazer em sua carreira.

A primeira dica é tenha ‘reciprocidade’ com as pessoas. Busque sempre estar em crédito com os colegas de trabalho. Ajude, sem pedir algo em troca. Quem é beneficiado ficará com uma espécie de ‘dívida’ contigo e pronto para saná-la quando você precisar. A reciprocidade é um vetor que gera a persuasão.

A segunda é autoridade. Em que você é bom, especialista, faz algo com maestria? Sendo reconhecido por isso, você se torna uma autoridade para discorrer sobre este assunto, logo, terá o seu poder de persuasão melhor desenvolvido porque mostra conhecimento e passa segurança ao interlocutor.

Por fim, cito a raridade. Tudo que é escasso é mais desejado. Então, como profissional, o que você oferta e se diferencia de outros colegas? Descobrindo esse seu talento, invista e explore o máximo que puder. Pessoas raras são bem vistas e chamam a atenção dos outros por si só.

Fonte: De Bernt

Promulgada Lei que dispõe sobre a readmissão de microempreendedores inadimplentes ao SIMPLES

 Lei Complementar n° 168 da Presidência da República

Foi promulgada Lei Complementar que autoriza o retorno ao SIMPLES dos optantes excluídos do regime em 1º de janeiro de 2018 que fizeram adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (PertSN), instituído pela LC nº 162/2018. A opção de retorno ao regime do SIMPLES poderá ser realizada até 12 de julho, com efeitos retroativos a 1º de janeiro de 2018.

Maiores informações estamos à disposição.

O convívio com o passado profissional

Todo aquele que trabalha, independentemente da área de atuação ou função, tem um passado profissional. Ele é formado pela junção de inúmeros fatores, como disciplina, conquistas, resultados das atividades e ações as quais estão sob sua responsabilidade.

Esse passado deve tão somente lhe servir como referência, uma espécie de espelho retrovisor, onde você olha para acertar a sua direção. Então tudo aquilo que você fez de bom ou ruim lá atrás não pode interferir diretamente no seu presente profissional, se não, você vai de certa forma estagnar.

O que pode e deve ser feito é sempre tomar como referência aquilo que já foi realizado com êxito e trazer para a realidade do dia a dia e contexto em que você vive hoje. Desta forma você potencializa aquilo que já deu certo. Mesmo com as vivências ruins, isso pode ser transformado em algo positivo. Se você levar em consideração que só erra quem faz, então bola para a frente pois cabe somente a você admitir o erro e não mais usar aquele caminho para chegar a determinado resultado.

A soma de tudo isso vai lhe transformar em um profissional experiente, caso a sua decisão seja por atuar na mesma área durante sua vida corporativa. As horas trabalhadas, erros, acertos e relacionamento vão fazer de você um profissional moldado para enfrentar cada vez mais intempéries que fatalmente aparecem no decorrer da profissão.

Mas, se você pretende alçar novos voos, o seu passado profissional também vai o ajudar. Independentemente da nova área a escolha, neste caso o que vai contar bastante são as situações vividas por você e as quais você deve se concentrar. Muitas vezes isso será feito de modo automático, outras, contudo vão exigir que você pare e pense “eu já vivi algo semelhante e resolvi desta maneira”. Esta autoanálise vai lhe ajudar a ser mais assertivo e a crescer de maneira ágil na nova profissão.

Resumindo: o passado é o conjunto de vivências que você experimenta no contexto profissional. A experiência deriva desta somatória. Por isso, não deixe de consultar o seu passado profissional. Pode ter a certeza de que ele é o arquivo mais verdadeiro, perfeito e único que se tem sobre você mesmo, pois ele é imutável.

Fonte: De Bernt

Economia pouco inteligente

Parece que falar de crise no Brasil se tornou algo redundante nos últimos anos. Passam períodos, viram os anos e as empresas convivem diariamente com o desafio de fazer cortes e mais cortes em suas estruturas. A sensação que se tem é de que “um dia vão cortar tudo, inclusive a empresa”. Mas não é bem assim. Sabe-se que é possível cortar muita coisa dentro das estruturas, sem precisar rachá-las. Mas a questão está onde se pode reduzir sem prejudicar o dia a dia de trabalho, o ambiente corporativo e a qualidade do serviço ou produto a ser entregue.

Geralmente os ajustes internos são realizados pelas empresas em três frentes: pessoal, estrutural e benefícios (aquele, algo a mais) para o colaborador.

Antes de implantar um plano de cortes é necessário tentar medir o impacto e trabalhar com os possíveis cenários. Se a decisão for por reduzir o quadro pessoal, por exemplo, é preciso montar um plano de comunicação interna estruturado para informar muito bem a quem permanece na organização deixando claro sobre como serão feitas a gestão e as atividades a partir daquela ação. É preciso ainda dar justificativas plausíveis as quais levaram a companhia a tal medida. Pessoas bem informadas tendem a ficar menos ansiosas e reclamar menos pelos corredores.

O mesmo vale para quando se optar por cortar programas de gestão, qualidade de vida, como por exemplo a Ginástica Laboral. É preciso deixar claro que aquele benefício não está cabendo no bolso da empresa e por isso se está optando por deixa-lo de lado. Consequentemente, se a mudança for por estrutura física mais compacta e menos onerosa, vale a mesma conversa.

Porém, o que vemos muitas vezes nas companhias são economias pouco inteligentes. Muitas vezes se cortam funções que pouco vão agregar no resultado final financeiro e darão um baita rombo no momento da prestação do serviço. Por isso, é muito importante, antes de tomar a decisão, saber para onde e para quem será jogado aquela função e quais os benefícios financeiros se terá ao longo do tempo. Se essa análise não ocorrer, a economia pode ser pífia e as consequências bastante negativas para a empresa.

Se a decisão for por mudar uma estrutura física, de nada vale colocar a empresa em um lugar onde o deslocamento será imenso, ou em se tratando de comércios por exemplo, o cliente não venha a se sentir atraído A dica que dou é: tenha cautela, ousar, mas sem jamais deixar de saber para onde seus passos irão direcioná-lo.

Cortar é importante por vezes. Porém, cortar sem saber o motivo, torna-se uma medida vazia e pouto inteligente. Pense nisso!

Fonte: De Bernt

Gravidez e carreira

Dia desses fui surpreendido por uma notícia de que uma startup de São Paulo havia contratado uma profissional que estava entrando em seu nono mês de gestação. Ao mesmo tempo, parei e pensei: por que notícias desta natureza ainda me surpreendiam, após anos convivendo no mundo da gestão de pessoas?

Infelizmente, tanto eu quanto você, sabemos que as empresas ainda tratam a gravidez como algo que vai ‘atrapalhar’ a rotina diária da corporação. Isso já mudou muito em respeito às leis e pelo mundo que vivemos. Mas, não é algo assimilado ainda. Essa é uma barreira que todos nós devemos ajudar a derrubar, independentemente do papel que desempenhemos no mercado de trabalho.

A notícia da startup me chamou a atenção porque a direção desta empresa aplicou, aquilo que venho defendendo há muitos anos: gravidez não é doença. Pelo contrário, é vida nova em todos os sentidos. No lado profissional, com certeza a corporação que oportunizar às mulheres que desejam ter seus bebês, terão no futuro uma pessoa muito mais madura, focada, aberta para novas experiências, ainda mais ágil na realização de suas atividades e mais eficaz nas decisões que precisa tomar.

Quer correlação melhor com o dia a dia de nosso trabalho? Esse perfil se molda ao natural, a maternidade transforma a mulher, pois ela tem nos braços um ser que depende dela para tudo. Sabendo ou não ela terá que aprender a lidar com inúmeras situações que o bebê exige e isso vai dar uma experiência que somente ela poderá ter com a sua vivência como mãe. Certamente essa experiência vivida por essa mulher será interiorizada e transmitida para outras áreas da vida, entre elas a profissional.

Então, deixo meu recado para empresários e profissionais da área de recursos humanos: veja na gravidez de suas colaboradoras algo que vai transformar aquela profissional em alguém ainda mais comprometida e ainda mais produtiva para sua companhia. Foi o que fez essa startup de São Paulo. Seu diretor, ao justificar a contratação, na ocasião declarou: “desejo o talento desta profissional, independentemente de suas decisões pessoais e planejamento familiar”. Essa sensibilidade no mercado de trabalho conta inúmeros pontos para empresas que querem se diferenciar em um mundo cada vez mais competitivo.

Para você que deseja ser mãe, minha sugestão é: não deixe de buscar o seu sonho. Se você se sente preparada e o casal está de acordo, pode ter a certeza de que, você será uma profissional ainda melhor, nada de preocupações. Convivi com centenas de mulheres que viveram essa experiência e posso afirmar que elas se apresentaram de modo diferente e muito particular após a gravidez. Pensem nisto!
Fonte: De Bernt

Acordo celebrado na Justiça comum quita parcelas de ação trabalhista

A 4.a Turma do TST entendeu que uma homologação de acordo no juízo cível, que conferiu plena e geral quitação de todos os direitos decorrentes de um contrato de prestação de serviços, produz coisa julgada na esfera trabalhista.

O representante comercial, mesmo após dar quitação ao contrato na esfera cível, propôs reclamatória trabalhista e buscava reconhecimento de vínculo de emprego com relação à mesma questão contra uma distribuidora de medicamentos de Curitiba.

Embora o representante tenha alegado que a empresa o obrigou a constituir empresa fictícia para mascarar a natureza da relação mantida e evitar a aplicação da legislação trabalhista, o Ministro Alexandre Ramos, do TST, concluiu que os acordos foram firmados pela pessoa física, e deram quitação aos mesmos pedidos (verbas decorrentes de prestação de serviços) e mesma causa (mesmo contrato) e por isso, já havia coisa julgada.

O ministro ressaltou que não é possível rediscutir os mesmos fatos se já houve solução definitiva em processo anterior. Para esse fim, a sentença que homologa conciliação equivale à sentença de mérito, para todos os efeitos legais. A decisão foi unânime.

Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

Por Lucyanna Lima Lopes

Me tornei chefe, e agora?

Diariamente inúmeros profissionais são promovidos a líderes em diferentes empresas de diversos portes Brasil afora. O assunto ‘promoção’, é uma recorrente no mercado de trabalho. Mesmo sendo freguês de pauta, inúmeras questões e dúvidas giram em torno do profissional que assume um cargo de liderança. Uma delas é justamente a passagem de ‘colega de equipe’ para ‘chefe de equipe’.

Na teoria, tudo pode parecer bastante simples. Mas já vi muita empresa se dar muito mal por não analisar e não dar o suporte adequado ao novo chefe e a equipe. Também vi muitos profissionais promovidos se perderem em sua própria egocentria.

Mas existem saídas bastante práticas e simples a serem tomadas, que farão da promoção, realmente um momento proveitoso para todos os lados. Para isso, tenho algumas dicas a serem seguidas. A primeira delas vai diretamente para as empresas.

Se a sua companhia decidiu promover um determinado colaborador a chefia, primeiramente prepare essa pessoa para tal. Não a jogue na fogueira, no susto. Essa preparação envolve desde uma conversa franca do que se espera deste profissional e a orientação daquilo que ele vai ter que se deparar como desafio. Além disso, se disponha a ajudar naquilo que for necessário até que esta pessoa possa decolar. Se não houver essa movimentação, a corporação pode perder um bom colaborador e ganhar um péssimo líder. Atente-se.

Já no papel do promovido, a pessoa precisa estar ciente do desafio do cargo. A primeira lição é descobrir o real motivo que o levou a sua promoção, e usar desses pontos fortes, dos diferenciais. Tentar imaginar ainda, todos os desafios que existem, além daqueles que o seu antigo chefe já tinha naquela função. Regra de ouro: tornar-se chefe não significa mudar de status. Você não será melhor que ninguém, apenas terá responsabilidades diferentes, um salário diferente e uma dinâmica diferente na rotina. Lembre-se, mais do que nunca, você terá que contar com ajuda da equipe. Infelizmente vi muita gente cair porque deixou de alguma forma o cargo ‘subir à cabeça’.

Para quem está no papel de colaborador que agora tem um colega como chefe a dica é: ajude o máximo o colega a executar sua nova função. Não permita que o orgulho por não ter sido você o escolhido, o deixe resistente a eventuais mudanças propostas. Sim terá mudanças no relacionamento, mas tente entender o lado de quem está na nova função. Se for necessário, faça uma autoanálise do motivo você não foi escolhido para tal cargo, caso você tivesse em mente essa expectativa. Lembre-se que o seu colega promovido, terá que entregar resultados e quando ele lhe cobrar por algo, não é porque ‘agora ele o chefe e pode tudo’. Em vez disso, tente ver pelo lado de que a companhia também vai cobrar dele resultados.

Seguindo essas simples dicas, as chances de uma promoção desta características dar errado, são bem baixas. Em pouco tempo a equipe estará pronta para apresentar novos resultados.

Fonte: Debernt Enchev

Compareça ao Bom dia RH! Nossa sócia, Lucyanna Lima Lopes falara sobre novas formas de contrato de trabalho. Contamos com você!

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No dia 28 de maio acontece o Bom dia RH! o Evento tem como objetivo atualizar os profissionais do mercado da Gestão de pessoas.

Nesta edição:
➡️ Novos formatos de contratação de pessoas pós reforma trabalhista (Lucyanna Lima Lopes).
➡️ A meritocracia corporativa como modelo de gestão de pessoas na era da economia digital (Antônio Silvano Szezecinski)