Comportamento em entrevista de emprego

Após ter feito um bom currículo e o ter colocado no mercado para avaliar futuras oportunidades, o profissional que deseja uma nova colocação ou mesmo busca se reinserir precisa se preparar para possíveis entrevistas com recrutadores. Muitos pecam nessa etapa e perdem valiosas vagas disponíveis no mercado.

No olhar de quem já entrevistou centenas de pessoas, posso dizer que a maioria esmagadora dos candidatos que não conquista uma oportunidade peca justamente em itens comportamentais, coisas que aprendemos com a vida. A experiência e a parte técnica, sim são importantes, tanto é que ‘possivelmente’ o recrutador já identificou isso em seu currículo. A entrevista é justamente o momento dedicado para você mostrar o quanto é capaz de desempenhar essas técnicas.

Toda e qualquer entrevista exige cuidados e preparação dos candidatos. Vou deixar algumas dicas que vão lhe ajudar a conquistar aquela vaga desejada.

A primeira delas é: fale a realidade, não aumente o discurso sobre sua experiência ou participação em um projeto. Mentir então, nem pensar. O recrutador tem um olhar bastante assertivo a essa atitude. Se identificado, ele vai deixar o seu currículo de lado.

Se indagado sobre o motivo em que você se desligou do trabalho anterior, no caso de recolocação, jamais fale mal do antigo chefe, de colegas e da empresa a qual você colaborou. Isso vai denotar que você não tem uma maturidade emocional para resolver questões internas. Prefira respostas mais genéricas não entrando em detalhes ou críticas, passando a imagem de que você é uma pessoa discreta.

Busque informações sobre a empresa em que você está pleiteando uma vaga. Se identificado que o ‘jeitão’ daquela companhia não é a sua praia, não insista e prefira declinar da oportunidade, pois mais cedo ou mais tarde você vai se desmotivar.

É claro que existem entrevistas as quais não se abrem o nome da companhia. Contudo, pergunte antes de agendar ao menos o ramo de atividade e o setor que a pretendente atua.

Por último, lembre-se que entrevistas não são interrogatórios. São diálogos, conversas. Você deve dosar respostas, mas também fazer perguntas interessantes e pertinentes sobre a corporação, sobre a vaga e projetos em andamento. Isso vai denotar interesse pela posição e causar uma boa impressão em quem está fazendo o recrutamento. Estou torcendo por você!
De Bernt

A difícil decisão de morar e trabalhar fora do país

Inúmeros profissionais que atuam em multinacionais passam por uma difícil fase da carreia –  a de tomar uma decisão de aceitar ou não um convite para trabalhar no exterior.

Para quem olha de fora, essa seria a oportunidade dos sonhos para muita gente. Mas, não se pode ceder as seduções que essa proposta profissional muitas vezes carrega consigo. Como todas as outras oportunidades na carreira de um indivíduo, ela requer análise e uma decisão madura, necessitando um olhar profundo dos prós e contras e mais do que isso: como essa fase profissional no exterior poderá agregar a carreira, vivência e financeiramente falando.

Julgo como difícil a decisão de aceitar um eventual convite porque essas oportunidades geralmente envolvem inúmeras variáveis. Todo aquele que se submete a uma vaga no exterior terá que enfrentar a tarefa de lidar com uma nova cultura, língua, alimentação… Vai ter que aprender a gostar ainda mais de si mesmo, aprender a se virar sozinho.

Posso afirmar ainda que a balança pesa mesmo é para o lado emocional. Nós brasileiros, somos mais sentimentais, temos um apego a família e amigos e isso conta muito. Alguns anos atrás eu recebi esse convite oriundo de uma multinacional. Digo que naquela ocasião a decisão não foi somente minha. Na época,  eu já tinha minha família constituída e achei justo consulta-los antes de dar a resposta final a companhia.

Ao levar a proposta para o ‘conselho familiar’, eu mesmo me surpreendi, pois todos, naquela momento não gostariam de mudar de país e também não gostariam que eu o fosse sozinho. Mediante a isso, e a outros pontos,  refutei a oportunidade.

Cito esse exemplo porque quero destacar que o ‘momento de vida’ e de carreira precisam ser levados em consideração antes de uma resposta final. Outro ponto que procuro orientar as pessoas quando procurado é para sempre pedir para a empresa dar a ela o tempo que deseja que se permaneça no exterior. Não feche uma proposta somente com a passagem de ida. Essa indefinição vivida não vai lhe deixar confortável durante sua vivência no exterior.

Ainda, se a decisão for levar a família, lembre-se que em muitos casos, a rotina dos profissionais que atuam lá fora é regada a viagens constantes. Então, os membros terão que estar cientes que sua presença também não será tão próxima – e certamente haverá essa necessidade de proximidade.

Por outro lado, muitos desses profissionais que optam pela vaga, recebem de 30 a 45 dias de férias. Ao organizar esse período, evite retornar para o país, prefira outros destinos. Essa vinda de tempos em tempos só fará a sua saudade aumentar, podendo minar sua permanência restante lá fora.

Analisados todos esses pontos, aí sim faça o balanço da parte positiva desta oportunidade, a começar pela celebração deste convite, poucas pessoas têm esse privilégio. Se a sua opção for pelo sim, enumere todos os benefícios que você poderá colher, certamente serão muitos. Ao retornar para sua Pátria, após um período no exterior, certamente você estará ainda mais maduro e apto para assumir inúmeros outros desafios.

Fonte: De Bernt

Profissional de RH

Nossas gostosas conversas semanais sempre giram em torno de como as pessoas podem transformar as carreiras para melhor e, claro, com isso poder impactar positivamente a vida de outras pessoas por meio de suas atividades diárias.

Desta vez quero falar justamente de um dos principais profissionais que atuam diretamente na gestão de pessoas nas organizações. O profissional da área de Recursos Humanos. Se é ele quem ajuda outros colegas a ter uma trajetória de êxito dentro das companhias, então pergunto: e a ele, quem dará o suporte para que a sua carreira também seja promissora?

Antes desta resposta, é preciso destacar que quem escolhe trabalhar nos recursos humanos, inicia a trajetória cursando gestão de pessoas e pode vir a atuar em diferentes segmentos da área como: recrutamento e seleção de equipe, treinamento, desenvolvimento de colaboradores, administração de benefícios e salários.

Aos colegas de recursos humanos que leem este texto hoje vão lembrar desta minha observação: até alguns anos atrás, o RH era algo completamente operacional. Essa função nas organizações é atualmente muito mais estratégica. O profissional passou a dar suporte a todas as áreas. É ele quem vai selecionar todas as pessoas que trabalharão na empresa e, por isso, precisa estar alinhado com os objetivos e planos da companhia.

Por vezes vai gerenciar talentos, identifica habilidades, promover ações que estimulem a produtividade e, claro, buscar e ou brigar pela qualidade de vida dos empregados.

Logo, cabe a própria direção da companhia dar apoio para melhor formar esses colaboradores que atuam nos recursos humanos, ofertando e disponibilizando meios para atualização constante. Por outro lado, também é papel do próprio profissional buscar ficar antenados as tendências de mercado.

O perfil de um colaborador que atua em recursos humanos, diria eu, está ancorado no tripé: ter capacidade de aprender, desaprender e voltar a aprender. Certamente essas características o tornará um ótimo profissional dentro das organizações, independentemente do porte da mesma, pois a área é exigida em pequenas, médias e grandes empresas.

Fonte: De Bernt

A rotina após a aposentadoria

A reforma da previdência está na iminência de acontecer e muitos profissionais, aptos ou próximos de desfrutar de sua aposentadoria, fazem as contas e iniciam uma corrida por pedidos junto ao INSS, imaginando que podem ocorrer mudanças que possam, principalmente, aumentar o tempo de contribuição.

Bem, se a preocupação é legítima ou não, antes de solicitar a aposentadoria é preciso realizar um planejamento em diferentes frentes. Desta forma, você poderá desfrutar de seu tempo livre com mais tranquilidade.

A primeira análise que o profissional nesta condição deve se ater é a questão financeira. Lembrando que grande parte dos profissionais que se aposentam, receberão um valor menor, quando comparado a sua vida ativa. Logo, se você não planejou uma renda complementar, cuidado, é necessário saber como fará para comportar o orçamento atual, com a nova realidade de renda, evitando se endividar e desta forma transformar a aposentadoria em algo não grato.

Então faça as contas. Se necessário adapte sua vida a nova realidade financeira.

Outro ponto a ser analisado é em relação a sua vida profissional. A pergunta que você deve fazer para si mesmo: “Desejo efetivamente ficar em casa, dando tempo maior para o nada”? Muito cuidado com essa questão.

Já vi muitos colegas passarem por período de aposentadoria e depois adoecerem devido ao ócio em excesso. Falo isso com propriedade porque sou aposentado de minha função mãe, mas não parei de trabalhar.

No meu caso decidi reduzir o ritmo em algumas áreas e me dedicar as consultorias, palestras e conversas com profissionais, algo que eu gosto muito de fazer e que antes, as atividades do dia a dia me traziam limitações de tempo.

E você o que gostaria de fazer, sem necessariamente precisar ter uma rotina desgastante? Planeje, pode ser um trabalho voluntário, um projeto que quer desengavetar ou mesmo uma outra atividade profissional que agora você pode fazer e ainda lhe trará renda complementar.

Esses pontos precisam ser analisados antes de solicitar sua aposentadoria. Nos dias de hoje, muitas consultorias em recursos humanos, ofertam serviços de orientação para os futuros aposentados. Se for o caso, busque orientação profissional para seu planejamento e faça desse período uma fase harmoniosa e gostosa de se viver.

Fonte: De Bernt

Curso de preposto – Oportunidade para empresas diminuirem custos com deslocamento para audiências trabalhistas!

Hoje um dia qualquer pessoa pode ATUAR COMO PREPOSTO na justiça do trabalho, uma vez que a reforma trabalhista não obriga mais que apenas funcionários ou sócios façam esse papel. Empresas têm contratado prepostos terceirizados para que compareçam nas audiências, minimizando o custo com a retirada dos colaboradores de seus postos de trabalho e com grandes deslocamentos.
Para isso, é importante preparar-se.
Em parceria com a fantástica @Já Entendi, desenvolvemos o curso, ofertado por meio de videoaulas criadas a partir de uma metodologia de aceleração da aprendizagem.
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Seja assertivo ao enviar seu currículo

Sabemos que as oportunidades existentes no mercado de trabalho ainda não voltaram a contento. Muitos candidatos, na ânsia de uma recolocação, o que é natural, acabam se propondo a trabalhar em funções ou mesmo posições que não correspondem a sua experiência ou a sua vivência profissional.

Para tentar ajudar nosso leitor que tem essas dúvidas, vou deixar três dicas bem simples, mas de grande valia:

Júnior – Profissional recém-graduado, com até 5 anos de experiência. Exerce funções simples, que não exigem conhecimento aprofundado. Costumam atuar acompanhados pelo seu supervisor e tem necessidade de orientação.

Pleno – Tem entre 6 e 9 anos de experiência. Geralmente é pós-graduado e exerce atividades específicas que exigem um conhecimento mais embasado. Pode coordenar equipes, orientar estagiários e realizar tarefas mais complexas, porém precisa do acompanhamento de um supervisor para a tomada de decisões.

Sênior – A partir de 10 anos de experiência, um trabalhador pode ser considerado sênior. Esse profissional tem pós-graduação, especializações em áreas específicas e algumas certificações. Um trabalhador com essas características tem experiência profunda na área e assume a responsabilidade sobre projetos, tomadas de decisões e criação de soluções, além de participar da gestão de pessoas.

Além desses três níveis, também existem profissionais que são classificados como ‘master’, com mais de 15 anos de experiência e que atuam por demandas. Não é exigência na hierarquia das empresas. São poucas que dotam essa modalidade, sendo mais comuns em áreas de Comunicação e TI.

Sendo estas as classificações mais comuns dentro das empresas de maneira geral, oriento a você que está buscando uma nova oportunidade no mercado a ficar atento a qual delas realmente é a sua posição.

Tenha foco, não perca tempo e nem demande tempo das empresas buscando colocação onde seu currículo não se encaixa. Já tive exemplos de pessoas altamente qualificadas que foram contratadas para desempenhar uma função a qual a posição não iria absorver nem metade de sua capacidade.

No começo essas pessoas até pareciam ser um ‘achado’, mas com o passar do tempo se desmotivavam, pois, o trabalho braçal, a sensação de que já viveu aquilo e o valor do salário abaixo de sua capacidade foram fatores que pesaram. Ruim para o profissional, péssimo para as corporações que precisaram fazer um novo processo de seleção.

O contrário também vale. Não se candidate para funções as quais você não possui toda a bagagem com a justificativa de que “com o tempo eu vou aprendendo”. As vagas quando disponibilizadas, já subentendem que o profissional precisa ter no mínimo aqueles requisitos. Provavelmente seu currículo não será aceito e com o passar do tempo você pode se sentir desmotivado achando que as empresas não estão dando atenção devida para sua candidatura.

Então a regra de ouro é: se candidate a oportunidade que realmente você tem bagagem para atender. Nem mais, nem menos. Pode ter a certeza que há sim espaço para você no mercado. Sendo assertivo, as chances de êxito aumentam.

Fonte: De Bernt

Usar celular da empresa com liberdade de deslocamento não caracteriza sobre aviso

A utilização de aparelho celular fornecido pela empresa para atender a cliente não caracteriza sobreaviso quando o empregado não é impedido de se deslocar de um lugar para outro. Esse foi o teor de acórdão dos magistrados da 14ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2).

O recurso foi impetrado por uma antiga empregada de uma empresa que comercializa jazigos e que pretendia a reforma do julgado em 1ª instância (7ª Vara do Trabalho de São Bernardo do Campo-SP) quanto a horas de sobreaviso e indenização por danos morais.

A reclamante alegou que era obrigada a estender sua jornada em regime de plantões de sobreaviso e que era complicado atender por telefone a clientes quando ela se encontrava fora de sua residência, comprometendo sua locomoção, o que não foi comprovado nos autos do processo, segundo acórdão.

“As testemunhas comprovaram que o fato de estarem aguardando telefonemas dos clientes não as impedia de se locomoverem e resolverem suas pendências particulares”, afirmou a relatora do acórdão, juíza convocada Raquel Gabbai de Oliveira.

(Processo nº 1002259-67.2016.5.02.0467)
Fonte: Comunicação TRT2

Comportamento profissional

O sucesso profissional não está ligado necessariamente a sorte que o indivíduo venha ter em acertar de primeira a profissão que melhor vai ao encontro com seus talentos. Aliás, sorte no mundo corporativo é uma palavra usada por pessoas que geralmente não conseguem reconhecer no outro valores, esforços e comportamentos.

É neste último ponto que desejo me ater: como estão os seus comportamentos relacionados a sua profissão e a sua empresa ou trabalho? Saiba que muito do êxito daquilo que você é e conquistou, ou não, está ligado a esse fator.

Percebo nos dias de hoje que as empresas estão bastante atentas a talentos que conseguem expressar dois importantes comportamentos:

1 – APRENDIZADO – Estudar, estar aberto ao novo, a mudanças e a pluralidade de visões que nos permitam evoluir, entender a diversidade, aprender e desaprender sempre.

2 – INQUIETUDE – Curiosidade para buscar o novo, renovar conhecimento, ir além e ser proativo na busca por um pensamento inovador nas soluções que oferecemos.

Então pergunto: como você pode reconhecer esses comportamentos em si mesmo? No outro a gente sabe que é fácil apontar e muitas vezes atribuir o sucesso a tal da sorte.

Comece fazendo um checklist das ações inovadoras que você teve nos últimos 30 dias, independentemente do tamanho que elas possam vir a ter. Apenas liste quantitativamente. Se não tiver nada, comece a buscar meios para que essa lista tenha materialização.

Caso já tenha esse hábito, então pergunte a si mesmo: qual é a crítica que você fez as suas atitudes que o tenha levou a aprender ou a mudar de posição sobre algo nos últimos tempos? Chegando a um denominador, você certamente estará contribuindo para a sua maturidade como profissional e para o sucesso de sua carreira.

Algumas empresas possuem programas que ajudam seus talentos a ter uma melhor performance em seu comportamento. Se tiver dificuldade em como proceder, busque ajuda de seu Recursos Humanos.

As corporações também podem ajudar seu corpo de colaboradores neste sentido. Hoje no mercado, existem muitas consultorias que são ótimas parceiras, ofertando plataformas completas de soluções em gestão de pessoas e que podem auxiliar sua empresa a gerir talentos dentro da estratégia organizacional de evolução de negócio. Busque apoio e ajude a sua equipe a trazer ainda melhores resultados.

Fonte: De Bernt

Faça a gestão de talentos na sua empresa

Empresas que captam, selecionam e conseguem reter pessoas talentosas dentro de suas equipes são muito mais rentáveis, pois conseguem apresentar resultados consistentes, desenvolvendo e aperfeiçoando seu plano de negócio com maior facilidade.

O discurso soa bonito, e é! Então, dia desses um profissional me perguntou: “E como colocar isso em prática, dentro de equipes tão heterogêneas? ”. Existem meios de chegar a bons resultados. Três sãos os pontos de partida que posso listar.

Primeiro – saiba que talento gosta de trabalhar com talento. Profissionais que pensam pequeno, que não ousam e que não saem da caixa, atrapalham as pessoas talentosas e espantam os bons profissionais de dentro das equipes.

Segundo, após ter colocado o seu talento junto de profissionais com o mesmo perfil, dê combustível para que ele possa se manter ativo. O principal motivador de uma pessoa talentosa são os desafios. Quanto mais o desafiar, mais ele estará apto a transgredir barreiras.

Aliado a isso, o terceiro ponto é deixar que o profissional talentoso assuma riscos. Ele mesmo dará essa dose para si mesmo. Tenho um exemplo emblemático sobre essa característica.

Alguns anos atrás eu trabalhava em uma companhia no Rio de Janeiro na posição de gerência. Um novo profissional, formado em Harvard assumiu a posição de Diretor. Um sujeito muito talentoso. Acabei ficando muito próximo dele em pouco tempo.

Após 60 dias no cargo, ele me chamou em sua sala e disse: “por favor Bernt, leia esse material e me dê sua avaliação”. Li, avalie e respondi a ele: “Se você apresentar esse documento a presidência, você será demitido”. Ele retrucou me dizendo, que ele não queria saber da consequência, gostaria de saber se o estudo estava bom.

Dito e feito. Ele apresentou e foi logo desligado. O estudo que havia apresentado, provava que o seu próprio setor tinha muitos gargalos e que sua própria função era desnecessária naquele formato e que uma reestruturação poderia fazer com que o setor pudesse ser mais produtivo e menos oneroso.

Contudo, sua atitude ousada, rendeu a ele a indicação de um cargo ainda maior em uma outra empresa do grupo. E eu, fiquei ainda algum tempo como gerente.

Então, ao identificar em sua equipe pessoas talentosas, use e abuse desses artifícios. Os talentos estão sempre dispostos a contribuir. Agora, se você leitor, quer saber qual é o seu grau de talento para algo, busque auxilio de profissionais da área de recursos humanos. Assessorias de Assessment, por exemplo, podem ser uma boa alternativa para que você possa receber uma boa orientação.
Fonte: De Bernt

A arte de persuadir

Se você parar para pensar, todos os dias, a todo momento, nós estamos negociando algo com alguém. Não precisa ser vendedor para chegar a essa conclusão, visto que, os relacionamentos humanos exigem trocas e negociações, seja na vida pessoal, familiar, em comunidade e nas empresas.

Quando analisamos pelo prisma do trabalho, percebemos nitidamente que as pessoas que têm o ‘poder da persuasão’, bem desenvolvido, conseguem melhores resultados em suas atividades e projetos. Isto porque a persuasão tem um elemento bastante emblemático, que inclusive a difere da ‘manipulação’.

Um indivíduo que pratica a persuasão consegue agregar, trazer pares e seguidores para sua ideia de maneira espontânea, mostrando os ganhos que todos terão com aquela atitude ou projeto. A pessoa impactada tende a ajudá-la de maneira verdadeira, pois acredita em quem a persuadiu.

A boa notícia é que é possível desenvolver nosso poder de persuasão com técnicas simples e valiosas. Por isso, deixo algumas dicas que poderão lhe ajudar na gestão de talentos dentro de sua empresa, poderá contribuir com o indivíduo que busca oportunidades no mercado e/ou contribuirá para que você seja um profissional realizado e satisfeito com aquilo que se propõe a fazer em sua carreira.

A primeira dica é tenha ‘reciprocidade’ com as pessoas. Busque sempre estar em crédito com os colegas de trabalho. Ajude, sem pedir algo em troca. Quem é beneficiado ficará com uma espécie de ‘dívida’ contigo e pronto para saná-la quando você precisar. A reciprocidade é um vetor que gera a persuasão.

A segunda é autoridade. Em que você é bom, especialista, faz algo com maestria? Sendo reconhecido por isso, você se torna uma autoridade para discorrer sobre este assunto, logo, terá o seu poder de persuasão melhor desenvolvido porque mostra conhecimento e passa segurança ao interlocutor.

Por fim, cito a raridade. Tudo que é escasso é mais desejado. Então, como profissional, o que você oferta e se diferencia de outros colegas? Descobrindo esse seu talento, invista e explore o máximo que puder. Pessoas raras são bem vistas e chamam a atenção dos outros por si só.

Fonte: De Bernt